Dormindo com bebês

por Josie Zecchinelli em 15/03/2009

Dormindo com o bebêNeste texto, faço uma pausa no assunto células-tronco e volto paras minhas reflexões sobre como nos definimos como humanos. Em visita ao zoológico de San Diego (aliás, altamente recomendável para quem visitar a região) tive a oportunidade de observar pequenos filhotinhos de primatas dormindo com seus pais. Os filhotes pareciam superconfortáveis, seguros, num sono descompromissado e restaurador.

Depois, em conversa com um amigo primatólogo, descobri que a maioria dos primatas não-humanos tem o hábito de dormir com seus bebês. Não acredito que isso tenha sido extensivamente estudado, talvez pelas dificuldades do trabalho de campo ou mesmo pelo respeito ao animal em cativeiro. Enfim, acho que isso é apenas uma observação de grupos que trabalham com primatas que sugere um comportamento comum. Mas e os humanos? Eles dormem com seus bebês?

Note-se que não tenho filhos, então me senti completamente confortável de pesquisar sobre o assunto, sem nenhum pré-conceito ou qualquer introdução prévia. O começo da minha pesquisa parecia fácil, bastaria perguntar para casais que tiveram filhos se eles dormiam ou não com os filhos. Para meu espanto, descobri que isso era um tabu. As pessoas não se sentiam confortáveis em falar sobre o assunto. É realmente interessante, pois nunca tinha prestado a atenção nisso e, na verdade, não vemos muito esse comportamento humano retratado em filmes, seriados ou qualquer outra forma de mídia na cultura ocidental. Muito curioso, pois isso deveria ser um comportamento “normal” dos humanos.

Pois bem, aos poucos, consegui alguns comentários curiosos de casais que estavam para ter filhos ou que os tinham tido há pouco. Na verdade, os comentários estavam vindo dos médicos pediatras: “Nunca durma na mesma cama com seu bebê”. Mais do que um comentário ou sugestão, a frase está mais para uma ordem a ser seguida. A razão aparente, é que um adulto dormindo poderia sufocar o recém nascido durante um descuido. E o que esperar de pais de primeira viagem depois dessa explicação aparentemente lógica? Que vão seguir as ordens do pediatra sem questionar, afinal ninguém quer ser responsável pela morte do próprio filho, ainda mais nessas condições.

No entanto, a explicação dos pediatras ocidentais me pareceu um pouco forçada. Perguntei-me quantos bebês já haviam morrido dessa forma. Para meu espanto, a resposta que obtive não foi clara, mas sim tendenciosa. Isso porque a maioria dos trabalhos relatando esse tipo de morte não é causal. Mesmo em casos nos quais o bebê morria sozinho na cama dos pais, o evento era classificado como morte causada porque os pais dormiam junto com os bebês. Nos poucos casos em que a causa foi devidamente investigada, descobriu-se que não tinha qualquer relação com dormir ou não junto aos pais. Em geral, uma infecção ou má-formação de algum órgão interno era a causa da morte.

Descobri então que a recomendação de nunca dormir com bebês era apenas uma hipótese sem qualquer base cientifica. Na verdade, a recomendação médica ocidental atual está contrariando o que se observa com outros primatas. Por que isso? A primeira vez que esse tipo de recomendação apareceu em um livro foi em 1901, num guia leigo para pais escrito por um homem solteiro com nome de mulher (The Baby, Marianna Wheeler, Harper Bros, London). Recomendações do tipo “Nunca manipule muito os bebês, eles devem passar a maior parte do tempo dormindo sozinhos” estão lá. A partir daí, outros guias leigos começaram a ensinar os pais a “resolver” os problemas de sono dos bebês deixando-os sozinhos, chorando até cansar. Hoje em dia isso soa estranho, pelo menos para mim…

Esses livros foram baseados na ideologia econômica e religiosa vigente da época. Além disso, existia um medo que os bebês pudessem presenciar atividades sexuais dos pais e ficassem traumatizados pelo resto da vida. Soma-se a isso o surgimento de conceitos como o de “amor romântico”, onde a relação conjugal ideal entre marido-esposa exclui a presença dos filhos, do individualismo e da autonomia infantil como forma de independência e do surgimento de “especialistas em bebês” que escreviam diversos livros para leigos, perpetuando essas idéias.

Esses conceitos foram definindo onde os bebês deveriam dormir: sozinhos, se possível num quarto separado. Foram levados em conta fatores históricos, morais, culturais para definir o que era “normal e saudável”, mas não fatores biológicos. Vemos aí a imposição da hierarquia de valores nos pais: na esfera social o “bom” bebê versus o “mau” bebê e na esfera “cientifica” o bebê mais desenvolvido e superior versus o bebê mimado e inferior. Afinal, se dormir sozinho é bom para o bebê, então bons bebês dormem sozinho, certo?

O problema é que esses conceitos entraram como pseudociência em consultórios e livros médicos. Ora, a idéia era tornar os bebês independentes o mais rápido possível. Assim, eles estariam “prontos para o duro mundo dos adultos”. Acho que o que fica dessa história toda é a questão da independência do bebê. Mas o que significa deixar um bebê independente? O pior é que bebês não foram programados para ser independentes, pelo contrário. Um dos custos da expansão cerebral dos humanos é que o cérebro humano não está formado ao nascer. O bebê humano nasce dependente do contato. Sem contato com outros indivíduos, morre.

Poderíamos fazer o caminho inverso e perguntar qual a real necessidade fisiológica do bebê. Para isso, teríamos de deixar de lado o que esperamos socialmente dos bebês e começar a olhar qual é a real biologia da relação entre recém-nascidos e pais. Por quê os bebês precisariam dormir junto com alguém? Brevemente, posso pensar em algumas razões do tipo: proteção, monitoramento, fácil acesso à alimentação, redução do número de episódios de choro, os pais conseguem dormir mais e melhor (verificado experimentalmente), mais tempo com os filhos, conhecendo-os melhor e curtindo-os.

Achei alguns trabalhos científicos onde os autores acompanharam por vinte anos as características de bebês que haviam se tornado “independentes” no conceito ocidental (não chora e dorme muito), com outros que viviam em comunidades alternativas e que tiveram um contato maior com os pais, inclusive dormindo juntos. Não se encontrou evidência social, cognitiva, emocional ou fisiológica que demonstrasse alguma vantagem em bebês que dormem sós. Por outro lado, os bebês que dividiram a cama com os pais tinham menor representação em grupos com doenças psiquiátricas, demonstravam um melhor conforto com a identidade sexual, eram adultos mais independentes, com melhor controle emocional e de estresse (Heron, 1994).

Nos meus estudos, acabei concluindo que dormir juntos com bebês não é anormal. Ao contrário, deveria ser mais estimulado, pois não é perigoso ou inapropriado, além de ter uma conseqüência positiva no individuo adulto. A forma como é praticado pode ser perigoso, é verdade, mas isso não é inerente ao ser humano.

PS: Como descrevi no texto, as observações aqui relatadas são baseadas em pesquisa pessoal e em alguns trabalhos científicos. As conclusões podem estar completamente erradas.

Texto de Alysson Muotri, publicado em 19/12/2008 no blog Espiral.

Veja também:

25 comentários

  1. Eu tenho uma filha de dois meses e ela sempre dorme na nossa cama, desde os primeiros dias… O pediatra realmente sugeriu que ela ficasse no berço, mas eu ficava muito ansiosa em deixá-la longe de mim. Acho que essa ansiedade era prejudicial prá nós duas. Ela estando comigo na cama favoreceu inclusive a amamentaçao noturna. Meu marido e eu sentimos muita sugurança e não achamos possível que aconteça um sufocamento ou outro acidente. Temos consciência de que tanto ela, quanto nós precisamos de privacidade e independência e quando é necessário ela fica no bercinho dela. Durante o dia, pra ela ficar perto de mim, uso um sling, já que ela nao sabe se agarrar como os macaquinhos.

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  2. Gorete disse:

    Sou mae de gêmeos e pra mim fica complicado eles dormirem conosco de noite, mas de dia sempre faço algumas horas de sono junto com eles. Eles têm agora 3 meses e adoram estar em minha cama .

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  3. Isana Santos disse:

    Fui mãe aos trinta e hoje meu filho tem três anos e meio! Ele sempre mamou muito até os 22 mêses, e mais ou menos fazia três mamadas durante a noite. Embora alguma pessoas me criticassem, continuei a dormir com meu filho até hoje, mesmo ele tendo a idade que tem, porém já não o amamento. Ele já tem um belo quarto só pra ele, com suas coisinhas, cd player e diverção e uma cama confortável, tudo isso para que ele tenha noção de privacidade, coisa que todos precisamos as vezes. Eu o insentivo a dormir no seu quartinho,mas nunca faço guerra quando ele não o quer. Curto muito dormir pertinho dele. Alguns médicos dizem que isso pode erotizar a criança,mas não vejo fundamento para uma idéia como essa. Será possivel?

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    • Amano Bela disse:

      Isana
      Obrigada por compartilhar! = )
      Esta é uma discussão importante e polêmica, os tabus que envolvem o contato próximo entre mãe e filhos, pai e filhos. Em breve vou postar algo aqui sobre isso, com base no teu questionamento.

      Um grande abraço!

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  4. Lindací De almeida disse:

    Olá, tenho uma filha de 3 meses, ela só dorme se for comigo e o pai, eu gosto pq no berço ela acorda mais vezes, os pediatras dizem que nao pode, mais se nao for assim ela chora demais, e nao tenho esse coração tão duro…

    bjos

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  5. Ronaldo Luiz disse:

    olá mamaes e papais! sou um papai nesta mesma situação, durmo apertadinho a coluna não agradece, a saudade da mamae as vezes é tão grande… mas… nada é tão maravilhoso do que acodar com os chutinhos na barriga da nossa pequena Lívia de apenas 3 meses e de ver em seu rostinho a felicidade e indecisão em pra quem olhar, se eu ou a mamae… Bom por fim um feliz adepto da cama compartilhada…..

    Bjos…

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  6. Camila disse:

    Temos um bebe de onze meses que dorme conosco na cama de casal desde os 4 meses, antes disso ele dormia no moisés, em nosso quarto. Ficou muito melhor para mim como mae poder amamenta-lo durante a noite quando ele está em nossa cama, além disso, é maravilhoso ver sua carinha acordando e logo reconhecendo o pai e a mae, e frequentemente acordamos com seu sorriso e nao com seu choro, como é quando está lá longe no berço. Adotamos a cama compartilhada por instinto, e hoje me sinto bem em saber que há estudos cientificos comprovando que é benéfica. Bela, obrigada por mais esta informacao tao preciosa.
    beijos, Camila

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  7. ANDREIA MENEZES NEVES disse:

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  8. Sara disse:

    Tenho um bebé de 4 meses que sempre dormiu comigo e com o pai, apartir do primeiro mês foi uma maravilha pois facilita a amamentação, nunca acorda a chorar e praticamente dorme a noite toda. Eu penso que ele se sente seguro junto de nós. Já tentei colocar-lo no berço várias vezes mas ele chóra muito. Então por enquanto vai ficar juntinho a nós e ficamos muito felizes por ele dormir bem e acordar feliz, sempre a sorrir. Um dia ele terá a sua independencia. Quanto ao “esmagar-lo” !!!!!!!! Não há pai nem mãe que não tenha todos os cuidados do mundo para não machucar o seu filho. Eu tenho cuidado e acordo sem qualquer esforço nem que seja para o observar e ver se ele está bem.

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  9. Wesley Galvão disse:

    Sou pai de primeira viagem e meu pequeno Gabriel têm apenas 1 mês de vida, atualmente começou a dormir conosco e confesso nossas noites (minhas, da mãe e dele) melhoram muito após ele dormir em nossa cama, no entanto, nossa maior preoucupação foi sobre se isto traria algum problema psicológico no desenvolvimento da criança e assim como na maioria dos relatos que pude perceber é que a qualidade de vida entre pais e a criança melhoraram muito.
    OBS: Nossa cama é do tam. KING existe espaço para todos o que nos deixa mais calmos na possibilidade de esmagarmos o bebê, mas não que não nos preoucupamos, cofesso que nas primeiras noites não conseguimos quase dormir pensando nisso, mas no entanto as facilidades conforem comentado nos outros relatos postados são bastante nitídas.

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  10. Deise souza disse:

    eu tenho um filho que hoje esta com quase 7 anos e ainda esta dormindo comigo na cama ja fiz de tudo para ele dormir no quarto dele, ele ate vai mas nao demora muito esta na minha cama,não sei se e porque eu acostumei ele ou se e porque estou gravida e ele esta com ciumes mas eu me culpo porque eu e o meu marido acostumamos ele agora esta muito dificil acostuma-lo no quartinho dele,mas eu conveço que nao consigo dormir sem ele na minha cama estamos acostumados mas estamos nos esforçando.

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  11. Katia Cristina disse:

    meu filho tem dez meses e ele dorme comigo e o pai na cama e estamos perdendo nossa privacidade. Preciso de ajuda. Bjsssssss

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  12. Luciana disse:

    Eu indico o livro “Besame Mucho – como criar seus filhos com amor.(Dr. Carlos Gonzalez)” Perfeito e com todas as explicações cabíveis sobre esse assunto.

    Aqui somos adeptos á cama compartilhada desde a nossa primeira filhota, hoje com 3 anos. Nossa privacidade nunca ficou abalada, tanto que já temos outra de 4 meses! Agora que a caçula nasceu, a mais velha dorme no colchãozinho do lado da cama e a pequena na almofadinha de amamentação na nossa cama (que a deixa protejida). Dormimos a noite toda desde o primeiro dia em casa após o nascimento da Manoella. Eu não sei o que é ficar acordada de madrugada com bebe chorando gente! Sem stress e todo mundo feliz.
    Quando Minha pequena completou um mês, passou á dormir a noite toda sem fazer cocô de madrugada.

    IMPORTANTE: quando amamentamos o bebê dormindo, liberamos um hormônio chamado melatonina que ajuda o bebê a regular seu horário de sono com o da mamãe, pois esse hormonio é eliminado no leite e sua concentração é maior á noite.

    Agora; quanto á privacidade, aqui, moramos em um apê que tem: sala, mais dois quartos (fora o nosso) cozinha e banheiro! Que tal usar a criatividade?????? :)
    Não existe só a cama para fazer amor minha gente!
    Por aqui…ficou até mais gostoso!

    Beijos!
    Lu

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  13. celi santiago disse:

    Olá a tod@s,
    Tenho um bebe de 9 meses e nós mesclamos em dormidas no berço e na cama, pois percebi que ele também senti a necessidade do seu espaço sozinho. Acredito que a maioria dos médicos seguem um manual capitalista de atuação. Assim valores como conforto, acolhimento e cuidado são deixados de lado quando se fala de saúde física e emocional. Acredito que cada mãe e pai tem dentro de si o potencial de entender do que seu bebe precisa e como ele se senti. Temos que passar as recomendações médicas em diversas peneiras antes de segui-las, o bom senso me parece o melhor caminho.
    E dormir com meu bebe é tão prazeroso e aconchegante que só largo quando a cama não der mais, rsrs
    bjs
    celi

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  14. Mirella Magaldi disse:

    Acredito que cada bebê tem seu jeito, seu prisma de ver o mundo, suas preferências. Por isso deve- se ter muito cuidado com pediatras e parentes que dizem: “nao pode, nao deve, eu sempre fiz assim e deu certo”. Nós, pais, é que com muito amor vamos descobrindo o que é melhor para os pequenos. Compartilhei a cama com meu filho até que ele completasse 1 ano e meio, período que amamentei e nunca passei uma noite em claro, pois ele mamava com todo cuidado e voltava a dormir, sem me acordar, perfeita harmonia. Ao desmamar, ele passou a dormir em seu quarto naturalmente, mas sempre vindo pra nossa cama já de manhãzinha, ou de madrugada. Hoje, como 5 anos, dorme a noite inteira sozinho, mas continua sendo bem- vindo caso tenha pesadelo ou saudade.

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  15. Jordana disse:

    Olá Pessoal!
    Sou mãe de primeira viagem, hoje meu bebe está com 8 dias de vida, e estamos com dificuldades na hora do sono, nas primeiras noites ele dormia praticamente a noite toda, acordando apenas para mamar, mas logo voltava a dormir, sem chorar e nem resmungar, mas agora ele acorda a cada hora, as vezes até com um intervalo menor que uma hora, chora muito e nem sempre que acorda é por motivo de fome. Por duas noites peguei ele em nossa cama, e confesso que conseguimos dormir melhor, passou a chorar menos e me deixar mais tranquila. Porém, o meu medo é que ele se acostume a dormir sempre na mesma cama que eu e o papai e seja difícil passar a dormir no berço, dificultando por vezes o relacionamento do casal.

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  16. Cassia Schmid disse:

    Moro na California e tive a felicidade de conhecer o pediatra Dr. William Sears. Ele e seus filhos sao autores de varios livros e tem um consultorio aqui na CA. Ele foi o primeiro a sugerir o termo “Attachment Parenting” que consiste em dormir com o bebe, “vestir” o bebe durante varias horas do dia em baby carriers, amamentar exclusivamente e por periodos maiores (permitindo que o bebe saia do peito por si proprio 3-4 anos de idade). Ele conduziu varias pesquisas sobre todos estes assuntos e conclui que os bebes se tornam criancas mais independentes, inteligentes, empateticas. Amo Attachment Parenting!!

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  17. Izabel disse:

    Oiii gente!

    Eu tenho duas filhas. Uma de 14 anos, outra de 9. Agora estou grávida de um menino. Dormir com minhas filhas sempre foi uma necessidade tanto minha, quanto delas, pois quando elas dormiam só eu ficava me acordando o tempo todo pra ver se elas estavam bem. Isso no outro dia me deixava tensa, estressada, sem muita calma para cuidar delas. Então, não só por estes motivos, mas pela vontade que eu tinha de estar junto delas, compartilhar a cama com elas era tudo de bom!!!

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  18. Gisely disse:

    Olá, parabéns pelo texto! Bem escrito e enriquecedor. Tenho uma menina de 13 meses. Nos primeiros 40 dias de nascimento ela dormia com minha mãe no quarto que fizemos para ela. Meu marido e a avó sempre a apanhavam para eu amamenta-la. Depois, até o 7º mês ela passou a dormir no carrinho de bebe ao meu lado, em nosso quarto (ela tinha reflexo de moro) e estar com a gente no aconchego do carrinho apertadinho fazia bem para ela e para nós. Hoje, ela dorme em seu quarto e berço, mas é sempre prontamente atendida por mim e pelo pai quando chora ou solicita. O sono dela nunca foi regular e em várias fases do crescimento, introdução de papinhas, angustia da separação, dentinhos, ela nos ficava mais sensível á noite, e em todos os casos, sempre a levamos pra dormir conosco. As pessoas criticam mesmo, a sociedade está programada para dar pitaco sem levar em conta a GRANDE IMPORTÂNCIA de se olhar e criar com respeito, amor e carinho esses mini seres que chegam ao mundo e precisam de muita atenção!

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  19. claudia disse:

    Bem, tenho um filho de 6 anos e um bb de 28 dias. Meu primeiro filho dormiu comigo dsd o nascimento e dormia a noite inteira. qdo ficou com 1 aninho passou a dormir sozinho no berço e não chorava. Hj, dorme no quarto dele e não temos problema com ele. O bb, está dormindo comigo tbm e pretendo seguir a mesma regra do primeiro. Coloco o bb num travesseiro, n preciso ficar me levantando a noite e dou mama pra ele e o coloco novamente pra dormir. e meu marido não fica acordado a noite e vai trabalhar pela manha feliz da vida pq sempre tem boas noites de sono. Não vejo mal algum em dormir com nossos filhos é uma delicia.

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  20. Andrea disse:

    Eu não durmo com minha bebe, tenho muito medo de rolar sobre ela, sei lá… Mas ela dorme ao meu lado em um berço então olho ela toda hora e qualquer movimento estou ali ao lado dela, e quando ela esta acordada ela fica no colo… Prefiro assim me sinto mais segura.

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  21. Everaldo disse:

    Tenho quatro filhos homens,todos foram criados compartilhando a cama conosco; desde de bebê;meu penúltimo insiste em ficar em nosso quarto apesar de estar com 14 anos e ter o quarto próprio.Estar atualmente se acostumando com a ideia de assumir o seu quarto devido o nascimento de seu irmão, que estar com dois meses e tomou o seu lugar na nossa cama.Nossa intimidade é estabelecida em comum acordo com minha esposa, e sempre temos o momento certo para o amor.Proteção com e Amor sempre será saudável.

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  22. Lorenna Bündchen disse:

    O site é muito interessante e me ajudou bastante com a minha pequena.

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  23. Laura disse:

    Melhor artigo que li sobre o tema.

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