Não deixe seu bebê chorando!

por Josie Zecchinelli em 11/05/2010

bebê chorando

No site Aleitamento.com encontrei este texto, datado de março de 2005, sobre a importância de responder ao choro do bebê e os malefícios que a prática de deixar o bebê chorando até a exaustão podem causar aos pequeninos. Segue o texto na íntegra:

Movimento Internacional Não Deixe O Seu Bebê Chorando!

Homens e Mulheres, pesquisadores e profissionais de saúde que trabalhamos em distintos campos da vida e do conhecimento, mãe e pais preocupados com o mundo em que nossos filhos e filhas vão crescer, cremos que é muito necessário nos manifestarmos.

Concordamos que é frequente que os bebês de nossa sociedade ocidental chorem, porém não é certo que “seja normal”. Os bebês choram sempre por algo que lhes produz mal estar: sono, medo, fome, frio, calor… além disso, da falta de contato físico com sua mãe ou outras pessoas do seu entorno afetivo.

O choro é o único mecanismo que os lactentes tem para nos comunicar sua sensação de mal estar, seja qual for a razão do mesmo; nas suas expectativas, no seu continuum filogenético não está previsto que este choro não seja atendido, pois não tem outro meio de avisar sobre o mal estar que sentem, nem podem por si mesmos tomar as medidas para resolvê-lo.

O corpo do recém nascido está desenhado para ter o seio materno tanto quanto necessita, para sobreviver e para sentir-se bem: alimento, calor, apego; por esta razão não tem noção da espera, já que, estando no lugar que lhe corresponde, tem a seu alcance tudo que necessita; o bebê criado no corpo a corpo com a mãe desconhece a sensação de necessidade, de fome, de frio, de solidão, e não chora nunca. Como afirma a norte-americana Jean Liedloff, na sua obra The Continuum Concept, o lugar do bebê não é no berço, na cama, e nem no bebê-conforto, senão no colo materno.

Isto é o melhor durante o primeiro ano de vida; e nos dois primeiros anos de forma quase exclusiva (por isto a antiga famosa “quarentena” das recém paridas). Depois, os colos de outros corpos de familiares podem ser substitutos por alguns momentos. O próprio desenvolvimento do bebê indica o fim do período simbiótico: quando se chega a determinados graus de desenvolvimento neuro-psico-motor e o bebê começa a sentar, depois a engatinhar e por fim a andar. Ou seja, pouco a pouco vai tornando-se autônomo e a desfazer este estado simbiótico.

A verdade é óbvia, simples e evidente.

O lactente toma o leite materno idôneo para seu sistema digestivo e além disso pode regular sua composição com a duração das mamadas, com a qual é criado no peito de sua mãe sem ter uma série de problemas infecciosos, alérgicos…

Quando chora e não se atende, chora com mais e mais desespero porque está sofrendo. Há psicólogos que asseguram que quando se deixa de atender o choro de um bebê depois de três minutos, algo profundo se quebra na integridade deles, assim como na confiança em seu entorno.

Os pais, ainda que sejam educados na crença de que “é normal que os bebês chorem” e que “há que deixá-los chorar para que se acostumem”, e por isto estamos especialmente insensibilizados para que seu pranto não nos afete, as vezes não somos capazes de tolera-lo. Como é natural, se estamos um pouco perto deles, sentimos seu desespero e o sentimos com nosso sofrimento. Revolvem nossas entranhas e não podemos consentir com a sua dor. Não estamos de todo deshumanizados. Por isto os métodos condutistas propõem ir pouco a pouco, para cada dia agüentar um pouquinho mais este sofrimento mútuo. Isto tem um nome comum, que é a “administração da tortura”, pois é uma verdadeiro suplício que infligimos aos bebês quando fazemos isto, e também a nós mesmos, por mais que estas sejam normas de alguns pedagogos e pediatras.

Vários pesquisadores americanos e canadenses (biólogos, neurologistas, psiquiatras, etc.), na década de 90, realizaram diferentes investigações de grande importância em relação a etapa primal da vida humana; demonstraram que o contato pele a pele, do bebê com sua mãe e demais familiares mais chegados, produz moduladores químicos necessários para a formação de neurônios e do sistema imunológico; emfim, que a carência de afeto corporal transtorna o desenvolvimento normal das criaturas humanas. Por isto os bebês, quando os deixamos dormir sozinhos em seus berços, choram reclamando o que por sua natureza lhes pertence.

No Ocidente se criou, nos últimos 50 anos, uma cultura e uns hábitos, impulsionados pelas multinacionais, que eliminam este corpo-a-corpo da mãe com a criança e deshumaniza o cuidado: ao substituir a pele pelo plástico e o leite materno por um leite artificial, se separa mais e mais a criatura de sua mãe. Inclusive se fabricam modelos de “walkyes talkys” (babás eletrônicas) especiais para escutar o bebê de habitações distantes das dos pais. O desenvolvimento industrial e tecnológico não se coloca a serviço das nossas crias, chegando a robotização das funções maternas a extremos inimagináveis.

Simultaneamente a esta “puericultura moderna”, se medicaliza cada vez mais a maternidade; o que tenderia a ser uma etapa prazerosa de nossa vida sexual, se converte em uma penosa enfermidade. Entregues aos protocolos médicos, as mulheres adormecem a sensibilidade e o contato com seus corpos, e se perde uma parte de sua sexualidade: o prazer da gestação, do parto e da extero-gestação – o colo e a amamentação. Paralelamente, as mulheres decidiram pelo mundo do trabalho e profissional masculino, feito pelos homens e para os homens, e que, portanto, exclui a maternidade; por isto a maternidade na sociedade industrializada ficou encerrada no âmbito do doméstico e do privado. Contudo, durante milênios, a mulher realizou suas tarefas e suas atividades com seus filhos pendurados a seus corpos, como todavia ocorre nas sociedades ainda não ocidentalizadas. A imagem da mulher com seus filhos deve voltar aos cenários públicos, aos locais de trabalho, sob pena de comprometer o futuro do desenvolvimento humano.

A curto prazo, parece que o modelo de criação robotizado não é daninho, que não é nada demais, que as crianças sobreviverão; porém, pesquisadores como Dr. Michel Odent (1999 – .primal-health.org), apoiando-se em diversos estudos epidemiológicos, têm demonstrado a relação direta entre diferentes aspectos desta robotização e doenças na idade adulta. Por outro lado, a violência crescente em todos os âmbitos, tanto públicos, como privados, como tem demonstrado a psicóloga suiço-alemã Alice Miller (1980) e o neurofisiólogo americano James W. Prescott (1975), por citar somente dois nomes, também procede do mau trato e da falta de prazer corporal na primeira etapa da vida humana. Também há estudos que demonstram a correlação entre a dependência às drogas e os transtornos mentais com agressões e abandonos sofridos na etapa primal. Por isto os bebês choram quando sentem falta do que lhes tiraram; eles sabem o que necessitam, o que lhes corresponderia neste momento de suas vidas.

Deveríamos sentir um profundo respeito e reconhecimento ao choro dos bebês, e pensar humildemente que não choram porque sim, ou muito menos, porque são “manhosos”… Elas e eles nos ensinam o que estamos fazendo de incorreto.

Também deveríamos reconhecer o que sentimos em nossas entranhas quando um bebê chora; porque podem confundir a mente, porém é mais difícil confundir a percepção visceral – nossos instintos. O local do bebê é o nosso colo: nesta questão, o bebê e nossos instintos estão de acordo, e ambos tem suas razões.

Não é certo que dormir com os nossos filhos (“co-lecho”) seja um fator de risco para o fenômeno conhecido como Síndrome da Morte Súbita. Segundo The Foundation for the Study of Infant Deaths, a maioria dos falecimentos por “morte súbita” se produz quando os lactentes estão no seu berço. Estatisticamente, portanto, é mais seguro para o bebê dormir na cama com seus pais que dormirem sozinhos (Angel Alvarez – .primal.es).

Por tudo que expomos, queremos expressar nossa grande preocupação com a difusão do método proposto pelo neurólogo E. Estivill em seu livro Duérmete Niño ou na edição em português: NANA NENÊ (baseado por sua vez no método Ferber divulgado nos EUA), para fomentar e exercitar a tolerância dos pais ao choro de seus bebês; se trata de um condutismo especialmente radical e evidentemente nocivo, tendo em conta que o bebê está ainda em uma etapa de formação. Não é um método para tratar os transtornos do sono, como se apresenta, senão para submeter a vida humana em sua mais tenra idade. As gravíssimas conseqüências deste método têm começado a aparecer.

Necessitamos de uma cultura e uma ciência para uma educação de nossos filhos que seja compatível com a natureza humana, porque não somos robôs, senão mamíferos, que sentimos e sofremos quando nos falta o contato físico com aqueles que amamos. Para contribuir com este movimento, para que teu filho ou tua filha deixe de sofrer já, e se sentes mal quando escutas chorar o seu bebê, atenda-o, pegue-o em seus braços para entender o que ele está solicitando; possivelmente seja só isto o que ele queira e necessita, o contato com o seu corpo. Não o negues.

Quando um recém nascido aprende em um berçario que é inútil gritar, está sofrendo sua primeira experiência de submissão e abandono. (Michel Odent)

Para mais informações, podes consultar os livros:

  • Nuestros hijos y nosotros, Small, M.F. Ed. VergaraVitae (Buenos Aires)
  • Bésame mucho, Carlos González, Ed. Temas de Hoy
  • En busca del bienestar perdido (el concepto del continuum), Jean Liedloff, Ed. Obstare
  • El bebé es un mamífero, Michel Odent, Ed. Mandala

e também os sites:

Fonte: Aleitamento.com

Veja também:

41 comentários

  1. Patricia disse:

    Não costumo deixar meu pequeno Lorenzo (10 meses) chorar sem atendê-lo.
    Desde os primeiros meses de vida foi assim, sempre que ele chora, de madrugada ou durante o dia, estou pronta a socorrê-lo.
    Ele não tem culpa da correria do nosso dia-a-dia e por isso não pode sofrer as consequências daí advindas.
    Amo meu filho e deixá-lo sofrendo, precisando de mim, jamais!!

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  2. Boa tarde.
    Sou psicólogo e tenho projeto de atendimento a casais grávidos onde ofereço orientação psicológica com base na teoria do amadurecimento de Donal Wood Winnicott, onde enfatizo a necessidade da mãe (ambiente) se adapataremàs necessidades do bebê de forma absoluta nos primeiros meses de vida, de forma que o bebê se sinta acolhido e que inicie seu processo de construção da subjetividade de forma saudável. A mãe suficientemente bos irá se adaptar às necessidades do bebê durante todo o período de dependência absoluta do mesmo.

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  3. Milka disse:

    Concordo com o texto, nao deixo minha filha de 2 meses chorando. A sociedade moderna nos cobra o contrario. Fico indignada quando parentes contestam essa minha postura, querendo me ensinar a deixa-la chorar…. ahrrrr
    Sim ao colinho!!!!

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    • Manucho disse:

      Sou manucho de mocambique, matola
      pai de um rapaz nicolas
      as vezes nos os pais somos os culpados de deixar um bebe chorar
      isto pork nas maes kando ouven o bebe chorando, pencao k ele esta com dores da bariga
      eu kero apelar os pais velem por seus filhos principalmente anoite
      o ki foi escrito na pagina e verdade.

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  4. Amanda disse:

    Boa tarde

    Tenho uma filha de 6 anos e um filho de 1 mês concordo com o texto nunca deixei meus filhos chorando. Meus parentes falam que é manha pois eu acho que o choro é a forma de o bebe dizer o que quer ou o que esta sentindo. Pois ao primeiro resmungo já dou colo.

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  5. Cristina disse:

    Estou passando por uma crise conjugal por seguir meus instintos, corroborados por essa reportagem!
    Me senti reconfortada!

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    • Andrea disse:

      Eu tenho seguido uma intuição forte de que devo atender sempre ao meu filho. já o deixei chorando uma noite no berço, pois ele aparentemente não tinha nada. Apos uns longos minutos adormeceu sozinho, cansado de chorar. Quando ele acordou depois de umas horas, corri para atende-lo e trocar a fralda e dar mamá. Senti que ele estava muito magoado ainda, até chorando fraquinho, pois estava realmente sem energia e triste. Não sigo nunca mais os conselhos das pessoas que falam em acostumar mal, deixar chorar uns dias que acostuma, etc…. Sigo somente minha intuição! Não atendê-lo em todos os seus chorinhos, nunca mais! E quando estou exausta, o pai ajuda muito!

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  6. Daniela disse:

    Tenho um bebe de um mes e meio. Ele chora muito e só fica bem no colo. Minhas costas já doem muito, mas não consigo deixá-lo chorar sozinho. É tão simples resolver esse problema, por que dexá-lo sofrer?
    Acredito que quando ficar maiorzinho, se Deus quiser vou ter a recompensa de um filho mais seguro e apegado a mim.
    Gostei bastante do texto e dos comentários.

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  7. tenho um filhote de 1 ano e 10 meses que acordou muito até os 11 meses. Também entrei em crise no casamento por marido querer deixar chorando e eu não ceder.

    Hoje em dia meu filhote adormece sozinho, num quarto escurinho e dorme direto das 20h as 7h e acorda tagarelando.

    Não usa mais mamadeira também.

    Como consegui isso? escutando o meu filhote, acolhendo-o sempre que chamada.

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  8. Eliane disse:

    Achei este site por causa de minha neta que ultimamente chora muito se sair do colo do pai (meu filho) ou da mãe. parece que ela está insegura e este texto caiu muito bem e encaminhei para eles pois vejo que também estão sempre ouvindo e dizendo “é manha”. Concordo com tudo pois ela tem apenas 1 ano e não sabe falar o que precisa e com certeza algo não está bem e espero que eles sigam este caminho afinal, bebês são anjinhos e merecem todo cuidado e carinho.
    Obrigada.

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    • filomena disse:

      sou mae de duas crianças tenho pena das crianças as quais os pais as abandonam quando eles choram , pois sendo esta a unica forma de eles comunicar, nao sei como conseguem desprezar o choro. inflizmente tenho uns vizinhos que fazem isso e estou a ficar louca com isso. mas por outro lado fico contente por saber que ainda ha pessoas que sao da minha opiniao, os nossos filhos nao pediram para nascer, por isso temos o dever como pais e protectores de fazer isso mesmo , protegr e amar os nossos tesouros, por muito cansados que estivermos.

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  9. simone disse:

    Sou mae solteira, psicologa e doutoranda… estava quase surtando qdo meu filho de 11 meses acordava 5 vezes por noite por nada. segui a tecnica do Nana nenem e apos os 1ºs dias dormindo a noite inteira eu era uma mae muito mais BEM-HUMORADA e dispopnivel do que antes. Ele tbm passou a ser bem mais calmo, já que vinha apresentando um bruxismo acordado, de tanta noite mal dormida acumulada. Entao, sinceramente, acho que nem tanto nem tampouco. As necessidades dos bebes devem ser atendidas, mas nao se deve confundir com abuso. A saude mental da mae e tao importante quanto a do bebe. Descullpe, mas tanto uma teoria quanta a outra, se muito radical, soa mal.

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    • elaine disse:

      concordo com vc em tudo sou de sua opinião

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    • carolina disse:

      Simone, há outras formas de fazer o bebê dormir a noite toda, que não o método Nana Nenê. Isso resolveria seu mal humor e não provocaria sequelas em seu bebê. Sugiro o livro “Soluções para noites sem choro”, que me ajudou muito. Li os dois livros e me pareceu bem mais sensato o “Soluções”. Isso porque ele não trata o bebê como um adulto manipulador, e sim, como um bebê que está aprendendo a viver nesse mundo e precisa da ajuda dos adultos pra se estruturar/regular. Acho que esse tem sempre que ser o foco.

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    • Viviane disse:

      Simone, concordo com vc. Eu já estava entrando em depressao, pois meu bebê, aos 6 meses, msm já comendo de tudo durante o dia, ainda acordava a cada 40 minutos para mamar de madrugada. Só quem passa por isso é capaz de compreender. Apliquei a técnica com meu bebê (de forma adaptada), que na 2a noite já dormiu a noite toda. Ele ficou outra criança durante o dia, mais feliz, sem irritação e eu, finalmente estou curtindo a maternidade plenamente. Enfim, nada como o equilíbrio.

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  10. Angela disse:

    Acabei de ler o livro Nana Neném, e em seguida encontrei esse texto na internet. Acredito que com o bebe nao podemos ser radicais e devemos encontrar o meio termo. O livro me ajudou muito mas nao deixo meu bebe chorando sem conforta-lo.
    Minha cunhada que meu deu este livro, e ela, na minha opiniao, levou muito ao pé da letra o que o livro diz e deixava meu sobrinho chorando no berço e nao deixava ninguem pegar, um crime!
    Minha outra cunhada tambem nao pegava seu bebe no colo desde suas primeiras horas de vida, resultado: o bebe nao quis ”pegar” o peito, que na minha opiniao a razao foi obvia, falta de contato com a mae. Minha opiniao é PEGUE NO COLO

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  11. marcia disse:

    concordo plenamente com o colinho da mamãe, porque acho que toda a atenção o carinho faz muito bem para seu psicologico. fico doente quando parentes metem o dedo, dizendo que a gente não esta sabendo educar etc…mais vão ver seus filhos como são,em vez de dar apoio so criticam…bebes não são adulto que precisam de regras.

    Debate quente! O que você acha?   Positivo 4 Negativo 4

  12. simoni disse:

    “”"”muito bom….”"”mamae e tudo que eles tem,para acolhe-lo vamos dar muito amor,atencao e colinho tambem….

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  13. Olá a todos…
    Tenho 39 anos e uma bébé de 6meses adora atenção e um colinho, tem dificuldades em dormir principalmente de dia, luta contra o sono, e as vezes até depois do banho a noite custa a dormir, esta no colo esta bem, a ponho no berço começa a chorar ja a deixei algumas vezes a chorar, mas foi pior para mim, não pretendo deixa la novamente é horrivel, pretendo vence la com carinho, atenção e mimos…
    Um jinhu a todos…
    E parabéns por este blog, amei!!!

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  14. Silvia disse:

    Nosso primeiro filho que agora tem 4 anos sempre dormiu bem desde a primeira semana de vida. Raras exceções quando estava doente com febre ou tosse é que acordava no meio da noite. O segundo já está com 1 ano e 3 meses e acho que dormiu a noite inteira cerca de 3 vezes até hoje. Tentamos repetir a mesma rotina do primeiro filho, ambos pude amamentar até quase 6 meses, mantivemos horários de alimentação, banho e mesmo horário para dormir, cada um no seu quarto mas com o segundo, nada funciona. Ou seja, cada indivíduo pode ser diferente. Tento lidar com paciência mas confesso que as vezes perdemos o humor, mas não com ele. Meu marido já sugeriu aplicar a técnica de deixá-lo chorar mais tempo mas não consegui aplicar, ainda. Vamos ver daqui para frente, mas acredito que teremos que tentar outras estratégias neste caso.

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    • Andrea disse:

      A rotina que servia para o primeiro filho pode ñ ser a ideal para o segundo. Cada um tem seu jeitinho, acho legal tentar achar a melhor para cada um deles. Boa sorte.

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  15. tania disse:

    Adorei o texto, eu tembém estou passando por uma fase muito dificil, no meu relacionamento.Me sentir um pouco mais confortavel em ler este artico são muitas cobranças e eu não sei a forma para melhorar esta situaçao. Mais vou chegar lá. Beijos a todas as mãe ….

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    • juliana disse:

      oi… tenho 30 anos e tenho uma bebe de 6 mese, linda esperta …uma bebe incrivel!! ela e minha vida… mas ultimamentechora muito,so quer colo,nao consigo fazer nada, pilhas de roupa pra passar,casa suja… mas sei que vai passar, meu marido briga muito,pois quando ele ta em casa ela dorme o dia inteiro ai ele acha que e mentira minha!!! mas tudo passa, minha filha e tudo pra mim e NUNCA vou deixar ela chorando!!!!!!!!!!

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  16. alissaribeiro disse:

    Tenho um filho de 10 meses que sempre acordou várias vezes por noite( com raras exceções).Sempre atendi prontamente. Porém houve muita confusão em torno disso (marido+pediatra +vò). Resolvi aplicar a técnica “deixa chorar” durante 4 dias, que não durou muito tempo. Então achei melhor não repeti, pois cortava meu coração vê-lo chorar. Mas passando tempo pensei de novo em aplicar uma técnica de deixar no berço e conversando com ele e depois sair-voltar e fazer isso a noite toda. Mas também não consegui aplicar e vi que ele sofreu muito. Em resumo me arrependo amargamente de tudo isso.Tento recompensar com mais atenção e carinho, contato físico o dia todo, e muito colo!! De tudo que passei e passo aprendi que tudo é fase, nada dura para sempre, terei saudades e lembranças das noite acordadas. E isso só passei por ele não ter dormido comigo, pois seria muito mais fácil.
    As mães devem respeitar seus filhos, suas necessidades.
    A palavra de Deus diz: Pode o pai negar ao filho e dar pedra ao invés de pão? Ultimamente os pais-mães tem negado, o leite, o peito, o carinho e dado em troca muito choro e solidão e angústia para seus pequenos.

    .

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  17. Cris disse:

    Eu concordo com o texto e concordo com todas as opiniões aqui expressas. Me sinto muito mal quando minha pequena de sete meses chora e não posso atendê-la por estar tomando banho, antes saía correndo molhada mesmo até ouvir que “eu era vítima de tirania de bebê”. Passei a tomar banho expresso com a garganta apertada avisando que já vou.
    Moro sozinha, sou eu quem faz tudo em casa. Preciso aspirar o apartamento, é pequeno, aspiro o quarto, ela grita a plenos pulmões na sala, termino voando e a coloco no berço, nino e ela adormece. Fecho a porta e aspiro o resto. Ligo-desligo-ligo-desligo. A cada segundo acho que ouço o seu choro e desligo. Alarme falso. Ligo. Ouço o choro. Desligo. Alarme falso, e assim passam-se as horas. “Criança precisa se habituar, ela reclama do jeito dela, chorando. É uma questão dela entender”. Fico angustiada quando me dizem isso e quando sou OBRIGADA a ter de aceitar as visitas do pai biológico, pessoa que ela estranha e que impõe sua presença durante uma hora inteira, todos os sábados e todos os domingos por decisão judicial. Não se importa se ela está com sono, resfriada, se chora. Agarra a pequena no seu colo e não a solta. Ela olha para mim aos berros, querendo vir para o meu colo, falo com ela baixinho, palavras tranquilizadoras, ofereço-lhe meu toque, ele não arreda pé. Agora com estas visitas forçadas, a pequena ficou ainda mais agarrada a mim, só quer colo, só chora. “É da idade. A criança enxerga melhor, reconhece seu rosto e quer ir para o seu porto-seguro”, diz o pediatra… Eu quero fazer as coisas do meu jeito, mas não posso. Li outro texto neste mesmo portal (Entre a criança que tenho e a criança que fui), fiquei ainda mais triste. Tenho empatia pela minha bebê, me coloco no lugar dela: quero minha mãe. Ela saberá que eu não estou lhe negando afeto, ela compreenderá que eu tenho minhas limitações desde o meu dia-a-dia até estas questões judiciais?

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  18. Sylvia Freire disse:

    Vou contar minha experiência: minha filhota hoje tem 1ano e 1 mês. Desde que nasceu dorme comigo, na cama, à noite. De dia, ficou, até começar a engatinhar aos 8 meses, pendurada num wrap sling, durante todo o tempo que eu estava em casa, ou na rua com ela. Só ficava no carrinho quando eu estava trabalhando fora. Fazia comida comigo, limpava casa comigo, alimentava os cachorros e cuidava da horta, tudo pendurada no sling. E lá mesmo, dormia sonos profundos, por algumas horas. E mamava também. (mama até hoje)Dormia mesmo enquanto eu me movimentava, falava ao telefone, ou fazendo as tarefas de casa. À noite, quando bem pequena, eu a colocava sobre o meu peito, um travesseiro de cada lado, embaixo dos meus cotovelos, um travesseiro um pouquinho mais alto nas costas, e ali, dormíamos eu e ela, gostosamente, grudadinhas, ela, ouvindo meu coração batendo, e eu, sentindo seus movimentos, grunhidos, e calor. Conforme ela foi crescendo, e o calor chegando, ela mesmo se mexia e se afastava de mim na cama, buscando espaço. Acordava, e acorda até hoje, algumas vzs pra mamar. Inicialmente fazia o peito de chupeta muito tempo durante a noite. Agora, já mama, e cospe o peito. É claro que algumas noites eu acordei acabada, estourada, cansada. Mas sinto que faz parte. E sinto que hoje ela está buscando o espaço dela, com segurança, sem medos, sem solidão. Nenhum mamífero se afasta do corpo da mãe enquanto ainda é amamentado. Nenhum mamífero coloca a cria num bercinho em outro cômodo da toca rsrsrs. Dormem grudadinhos, mesmo quando são 10 filhotes ! Porque o ser humano cisma em afastar a cria do seu corpo ? Porque na nossa cultura, nossos bebês humanos, depois de passarem 9 meses ouvindo o batimento de nossos corações 24 hs por dia, nosso intestino fazendo barulho e nossa voz, têm que nascer e serem colocados no silêncio e no escuro, e o pior, sem sentir sequer o cheiro tão conhecido da mãe, e a voz dela ??? Deve dar pânico mesmo. Num mundo totalmente desconhecido, sem o seu maior referencial por perto, que é a mãe. Não desgrudei minha filhota, e tou vendo que está dando certo. No tempo dela, ela está se afastando, buscando espaço, procurando o mundo, explorando a vida, alongando o cordão umbilical para caminhar mais longe. E com segurança, porque NUNCA sentiu abandono. Muitas vzs nos cercamos de milhões de teorias, culturalmente estabelecidas do que é certo ou errado: “dormir na cama ?! nem pensar !”; “colo ?! aff, vai acostumar mal essa criança !” por exemplo. Precisamos observar quem queremos criar – filhos de lata ? filhos de plástico ? Somos forçados a engolir produtos da Nestlé, Johnson’s, Burigotto s, bebês “confortos” liiindos, bercinhos M A R A V I L H O S O S, “leitinhos especiais e altamente nutritivos” … só enriquecemos multinacionais … engolimos referências criadas para nos afastar como seres humanos. E nos esquecemos que somos mamíferos, filhos da Terra … Prefiro ter uma filha da mãe em cassa ! rsrsrs. Se olharmos bem pra dentro, TODAS as mães, adorariam dormir grudadinhas com a cria, sentir seus corpinhos, até quando eles já estão grandinhos. Os filhotes mesmo procurarão o mundo. Talvez não durmam, quando se sentem inseguros, ou quando percebem, que , ao adormecer, ficarão distantes do aconchego do colo e do cheiro, e da voz da maior referência de vida que eles têm. Aconselho às mamães desesperadas que experimentem grudar nos seus filhotes, por todo o tempo possível (isso é muito prático com o sling), e observar se eles vão ficar mais calminhos. Chorar ?? O que é isso ? Esqueçam o certo e o errado culturalmente falando. Os laços emocionais são formados até os 2 anos de idade. Depois eles querem o mundo ! Minha experiência foi fundamentada nas leituras que fiz de Michel Odent – obstetra francês precursor e ativista do parto natural – e Laura Guttman – psicoterapeuta familiar argentina. Quem se interessar, procure seus livros. Eu, como mãe CORUJA de 3 filhos lindos e saudáveis, tanto físicamente, quanto emocionalmente e socialmente, sou prova viva de que é possível dormir à noite !!! Basta fazermos como faziam nossos ancestrais, e nossos amigos de espécie. Um beijo carinhoso a todas.

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    • jenny disse:

      ola…tenho uma mocinha de 6 meses e um moçao de 4 anos…sigo essas mesmas dicas por puro instinto e tive dois bebes marav ilhosos…amamentei, dormi com eles no peito….nunca passei uma noite seguer em claro com nenhum dos dois chorando pq eles nunca precisaram reivindicar o q lhes era de direito-a mamae-meu esposo sempre admirou meu modo de cuidar deles e agora enquanto durmo agarradinha com a bebe, ele agarra o mais velho tb….e muito gratificante ser mamae………..colinho jaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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    • jenny disse:

      ola mamaes…tenho uma mocinha de 6 meses e um moçao de 4 anos…sigo essas mesmas dicas por puro instinto e tive dois bebes marav ilhosos…amamentei, dormi com eles no peito….nunca passei uma noite seguer em claro com nenhum dos dois chorando pq eles nunca precisaram reivindicar o q lhes era de direito-a mamae-meu esposo sempre admirou meu modo de cuidar deles e agora enquanto durmo agarradinha com a bebe, ele agarra o mais velho tb….e muito gratificante ser mamae………..colinho jaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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    • Simone disse:

      Tenho um filho de três anos e oito meses que sempre dormiu na minha cama até os dois anos e depois ele mesmo pediu uma caminha pra ele. Eu o amamentei até dois anos e onze meses quando engravidei da minha segunda filha e disse pra ele agora vc e grande demais para mamar e neste dia ele se achou enorme e disse “sou grande mesmo!!” Todo seguro de si. Com minha filha, que esta com dois meses li o livro nana neném e estava pensando em aplicar a técnica proposta simplesmente pela exaustão de tanto choro . E por escutar tantas vezes que fiz errado com meu filho. Mas vendo a criança segura que e hoje vejo que o que fiz deu super certo. Textos como este te dão forca para continuar a seguir seus instintos maternos e não deixar opiniões de fora se intrometerem entre você e seu bem maior !!! Apesar da exaustão vejo que preciso fazer o mesmo que fiz com meu primogênito e esperar o tempo passar que tudo vai mudar e ela não vai precisar chorar tanto. Forca mamães, nos agüentamos de tudo pelos nossos filhotes!

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  19. rosa disse:

    BOA TARDE!
    TENHO UMA SOBRINHA DE 7 MESES E CHORA MUITO DESDE QUE NASCEU SO QUER O COLO DA MAE NAO ASSEITA OUTRO COLO! O QUE PODEMOS FAZER PRA ACALMALA ESTA BEBEZINHA LINDA QUE TEMOS!

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  20. Dayane disse:

    Tenho 23 anos e 3 filhos. Minha bebe tem dois meses, a do meio 3 anos e 9 meses e o mais velho 6 aninhos. Minha bebe chora muito quando esta no berço. Quando esta no colo basta eu a desgrudar um pouquinho de mim que ela ja se contorce choramingando. Meu marido é contra e não aceita muito bem meu modo, ele diz que eu a mimei. Ele “amadora” a bebe e ela so solta sonzinhos com ele, mas pega-la no colo de pé para para de chorar? Nunca! Sou a primeira filha, primeira neta, primeira sobrinha… Imagina! Acompanhei a criação de cada primo(a). Tenho “meu jeito” de criar meus filhos e é impressionante ouvir da minha avó,tias e tios beeem mais velhos que eu dizendo: “Como ela consegue fazer isso?… Ah como eu queria que meus filhos me obedecessem assim… Olha, filho se vc não parar eu vou chamar a Dayane…” Eu converso muito com meus filhos e as crianças em geral procuro ouvir, escutar e entender o que elas querem. Quando estão em conflito ou não querem comer ou fazendo birra, deixo elas se expressarem do jeito delas, e então tento resolver. Sou firme quando tenho que ser, olho nos olhos e falo devagar mas sempre firme, isso gera respeito principalmente por que as elogio depois mostrando como foi fácil resolver aquilo.
    Bom, pego no colo meeesmo tadinha… e depois quando cresce a gente olha as fotos de um tempo atraz e pensa: Podia ter pego mais, cuidado mais, abraçado e beijado mais, porque passa tão rapido! Essa fase de bebe é a melhor e depois todo esse carinho depositado volta em dobro, uma incomensuravel recompensa. Então como diz a Milka: SIM AO COLINHO!!!

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  21. Gabriela Ramos disse:

    CONCORDO! APOIADÍSSIMO!!!!!!!
    Eu ODEIO ver meu filhinho de 2 meses chorando. Ele as veses se contenta apenas com conversas, mas as veses quer ser carregado! Eu NÃO O NEGO AMOR!

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  22. Beatriz disse:

    Evidente que o recem nascido nao poder deixar de ser atendido em suas necessidades de sobrevivencia e afeto,cujas necessidades se manifestam através do choro. Porém, entendo que seja importante esperar sua manifestação e após um tempo razoável ser atendido.Não permitir que o bebe tenha frustração momentânia o deseduca também para a vida, podendo gerar uma deficiencia futura em seu super-ego, comprometendo sua construção psiquica.
    Gostaria da opinião de um psicanalista sobre o meu entendimento.

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  23. NIL disse:

    UAL QUANTAS MAMÃES PASSAM PELO MESMO PROBLEMA, RESOLVI OUVIR OS PARENTES QUE FICAM FALANDO, FALANDO NO MEU OUVIDO, “DEIXA CHORAR, VC É QUEM VAI SE FERRAR”, BLABLA, POIS BEM DEIXEI MINHA FILHINHA DE MENOS DE 1 MES DE VIDA CHORAR POR 3 MIN, NOSSA ELA FICOU VERMELHA FEITO PIMENTÃO, ENGASGOU E SOFREU MUITO, TADINHA NUNCA MAIS FAÇO ISSO.

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  24. Carla disse:

    Bem,acho q mae conhece o choro do bebe.Eu por exemplo conheço o choro da minha filha de 9 meses rsrs.Dificilmente ela chora por dor ou fome porque sempre estou atenta a isso….Agora quando mudo de comodo ela grita como coisa que diz : _Ei volta aqui rsrsrs
    Acho q os bebes sao muito mais espertos q imaginamos…
    Nao sou a favor de deixar um bbe se esguelando ,mais tambem nao mimo demasiadamente isso tambem nao faz bem ao bebe,mesmo pq eles nao irao conviver so com a gente,logo irao para a escola,creche e se estiverem demasiadamente mimados sofrerao bastante,pois a maioria das creches nao pega bebes no colo no primeiro choro,nao mesmo…
    Entao eu sempre estimulo minha bebezinha a se distrair com um brinquedinho ,porque tambem tenho minhas obrigaços como dona de casa ,mulher etc….Bom senso éfundamental,nem 8 nem 80 rsrs bjs a todas mamaes

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  25. marli da silveira montanari disse:

    Tenho um filho de 13 anos, ele é um garoto saudável, comprometido, tem auto-confiança e inteligente. Quando bebe, ele mamou até os 3 anos de idade, mesmo eu trabalhando em jornada integral, as pessoas me criticavam. E eu e ele combinamos que no dia do aniversário dele ele não mamaria mais. Ele cumpriu o nosso trato. Peguem os bebes, mama no peito e muito contato fisico. Eles crescem rápido demais. Depois as mães e os pais dormem.

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  26. keite disse:

    Adorei o texto, estou me sentindo muito aliviada, meu bebê tem um mês e meio e so quer ficar no colo, todos me criticam falando que eztou acostumando o bebê mal, que tenho que deixa-lo chorando ate cansar

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  27. Andreia disse:

    A verdade é que assim como o filho precisa adaptar se a mãe ,a mãe também leva um tempo para conhecer seu primogênito .Nos primeiros dias de vida do meu filho eu já sabia diferenciar choro de fome ,choro de dor,de quero calor do corpo etc..
    Saber é importante..se preparar para a maternidade.Estudar,ler,ouvir os mais velhos ,tudo isso ajuda muito…mas o que mais me orientou foi meu extinto materno que nasceu assim que botei os meus olhos no meu filho pela primeira vez.
    Eu não sei porque faço ,mas sei que funciona.
    Meu extinto materno nunca me permitiu ouvir o choro do meu filho e ignorar.para mim,isso soa como crueldade.um bebê se comunica com o mundo chorando,e deixá-lo chorando é o mesmo que negar conforto,amor,ajuda,bem-estar a criatura que NÃO pediu para nascer e que você pôs no mundo.

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  28. Miriam disse:

    Eu nunca deixo meu filho chorando, eu o amo demais e não suporto ve-lo sofrendo, ele tem 4 meses e dorme a noite inteirinha desde que veio para casa, com 27 dias, pois nasceu prematuro e ficou na UTI, mas ele dorme na nossa cama, as poucas vezes que tentei deixa-lo no berço ele não dormiu bem, felizmente meu marido sente o mesmo amor que eu, nos amamos muito e somos felizes, ele adora o fato do nosso bebezinho dormir na nossa cama, e isto com certeza nunca sera motivo para uma crise, ele também não deixa ele chorar se não estou por perto para pegar. Viva o colinho da mamãe e do papai!!!

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  29. Eduardo Miranda disse:

    Sou Sociólogo e Antropólogo e tenho um neném recém nascido de 19 dias. Creio que não podemos tomar nenhuma teoria como absoluta, mas ponderar a meio termo. Existem algumas etnias tribais as quais não atendem prontamente ao choro de um bebê como forma cultural e nem por isso os adultos da aldeia são inseguros. Isso lança por terra a teoria da publicação principal. Entretanto, creio que todos queremos acertar na criação de nossos filhos e, sendo assim, creio que cada pessoa deve ter bom senso no tocante ao assunto, até porque, cada criança terá sua própria forma de desenvolvimento.
    Dou colinho para meu filhote e o encho de carinho e mimos quando posso, mas não esqueço de o deixar chorar quando necessário. Vale salientar que se eu não tiver jornadas regulares no tocante ao sono, serei um pai bem pior em vários aspectos. Neste caso, se deixá-lo chorar produzirá um bem maior necessário, eu não exiterei, mas isso de forma alguma será uma demonstração de que não amo meu filho, mas pelo contrário!
    Quanto ao pitaco dos parentes, sempre deixo bem claro, estou aberto aos conselhos, mas quem educará o pequeno Theo sou eu e a mãe dele!

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